Sem duplas masculinas, Brasil disputa Finals do Circuito Mundial

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da dobrowin: Sem duplas masculinas pela primeira vez na história, o Brasil inicia a luta por medalhas no Finals do Circuito Mundial de vôlei de praia nesta quarta-feira, em Hamburgo (ALE). Caberá a Ágatha/Duda e Carol Solberg/Maria Elisa representarem o país no torneio, que reúne os melhores times do ranking e distribui a maior premiação entre todas as etapas.

Criada em 2015, a competição permite apenas duas duplas por país em cada naipe. Até hoje, o Brasil faturou três títulos. Dois com a antiga dupla formada por Alison e Bruno Schmidt, em 2015 e 2016, e um com Larissa e Talita, no ano de estreia do evento.

A principal razão para a ausência dos homens brasileiros no Finals foi a troca de parceiros que marcou a temporada, em meio ao planejamento dos atletas para buscar a classificação nos Jogos de Tóquio-2020. Hoje, a melhor dupla masculina do país no ranking geral é Evandro/Vitor Felipe, apenas em 19º.

Carol e Maria Elisa, Sude e Laboureur (ALE), Bansley e Wilkerson (CAN), Keizer e Meppelink (HOL) e Hugher e Summer (EUA) formam o Grupo A. No Grupo B, estão Hermannova e Slukova (TCH), Ágatha e Duda (BRA), Humana-Paredes e Pavan (CAN), Artacho Del Solar e Clancy (AUS) e Schneider e Bieneck (ALE).

Ágatha e Duda disputarão a competição pela segunda vez. Em 2017, elas ficaram com a prata ao serem superadas pelas alemãs Laura Ludwig e Kira Walkenhorst, campeãs olímpicas na Rio-2016. Nesta temporada, elas somam um ouro (Brasil), uma prata (Rússia) e um bronze (Polônia), e ocupam a liderança do ranking geral, com 5.480 pontos.

– É um torneio diferente, com charme por reunir apenas as melhores duplas da temporada em grandes jogos. Duda e eu disputamos o ano passado, tivemos o gostinho, mas acabamos batendo na trave. Vamos buscar fazer nosso melhor, a arena está muito bonita e certamente o público vai aproveitar uma grande competição – disse a paranaense Ágatha.

Estreantes no Finais, Carol e Maria Elisa têm a regularidade como trunfo. Elas conquistaram três pratas: Holanda, Estados Unidos e Portugal. Com isso, a dupla figura em terceiro lugar no ranking geral, com 5.120 pontos.

– O Circuito Mundial é muito longo, que nos exige muito fisicamente e psicologicamente, então estar entre as dez melhores, e entre as duas melhores duplas do Brasil, no nosso primeiro ano juntas, é muito gratificante. Significa que estamos no caminho certo, mas sabemos o quanto ainda podemos crescer como time. E estamos, a cada dia, em busca dessa evolução – disse a defensora que reconhece não apenas o alto nível do Circuito Mundial, como também a grande disputa interna entre as duplas brasileiras.

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