Botafogo cria, mas erros 'bobos' ainda afastam time de jogos mais tranquilos no Campeonato Carioca

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da dobrowin: Na última quarta-feira, o Botafogo empatou com o Madureira por 1 a 1, no estádio Giulite Coutinho, em partida válida pela sétima rodada do Campeonato Carioca. O gol sofrido pelo Alvinegro no duelo sintetiza um problema que tornou-se recorrente desde a quarta rodada do Campeonato Carioca: o time sofre gols em momentos de displicência da defesa e isto complica jogos que não deveriam ser tão difíceis.

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Tudo começou na quarta rodada, diante do Vasco. Naquele momento, o Botafogo ainda não havia sofrido gols nas quatro partidas que tinha disputado na temporada. A vitória no clássico estava bem encaminhada, mas, já depois dos 40 minutos da etapa final, o Glorioso cometeu erros que custaram os três pontos. O zagueiro Marcelo Benevenuto tinha o domínio da bola próximo a linha de fundo e estava de costas para o marcador. Para sair dessa situação, poderia mandar a bola para lateral ou mesmo tentar um chutão com a perna esquerda para o fundo do campo.

A decisão do camisa 14, contudo, não foi nenhuma destas duas. Ele se enrolou com a bola e saiu pela linha de fundo, o que permitiu ao Vasco ter uma cobrança de escanteio na reta final do clássico. Na cobrança, a zaga do Botafogo esqueceu de marcar Carlinhos, que sozinho dentro da pequena área, só teve o trabalho de empatar o jogo. Portanto, fica evidente que, nessa situação, o Glorioso cometeu dois erros bobos, que trouxeram uma emoção desnecessária para o time comandado por Marcelo Chamusca na reta final da partida .

No clássico contra o Flamengo, mais uma displicência da defesa que comprometeu o Botafogo na partida. Antes, é válido destacar que a apresentação do Alvinegro em campo foi bem abaixo do esperado, mas se não tivesse sofrido o primeiro gol, poderia jogar com menos pressão, uma vez que não estaria atrás do placar.

Aos 24 minutos do primeiro tempo, o Botafogo conseguiu segurar um ataque do jovem time do Flamengo. Em seguida, a bola sobrou para José Welison, que na entrada da própria área, segurou demais a bola antes de dar o passe. Como consequência, a pressão chegou e o passe saiu travado. Na sobra, a bola sobrou para Michael, que encontrou Rodrigo Muniz dentro da área. O zagueiro Marcelo Benevenuto, que marcava o atacante, foi muito mal na cobertura, perdeu na jogada de corpo e viu o Rubro-Negro sair na frente – novamente, dois erros bobos que custaram um gol.

Contra o Nova Iguaçu, o erro não foi tão “chamativo”, quanto nos casos citados acima, mas o Botafogo era melhor na partida e já havia criado oportunidades de gol. No entanto, em um lance onde o meia Felipe Ferreira marcou a bola, Vandinho ficou livre e teve espaço para acertar o ângulo do gol defendido por Douglas Borges.

O gol sofrido fez com que o Botafogo tivesse que buscar o resultado até o último minuto da partida, quando a virada foi concretizada. Se o Alvinegro tivesse mais qualidade na conclusão das jogadas, e Felipe não tivesse marcado a bola, a vitória em Saquarema poderia ter acontecido com menos emoção.

Na última partida, contra o Madureira, novamente um erro defensivo. Em cruzamento na área alvinegra, Kanu errou o tempo de bola e furou o cabeceio. Jonathan, que não contava com o erro do zagueiro, não teve reação e viu a bola respingar em si e ir em direção ao atacante do Tricolor. O goleiro Douglas Borges até conseguiu o corte, mas como estava pressionando, o corte não teve direção, e a bola caiu nos pés de Luiz Paulo, que não perdoou a sequência de erros da defesa.

Até este momento, o Botafogo era superior e ditava o ritmo do duelo. O Glorioso começou com muito ímpeto e poderia ter aberto placar com menos de 20 minutos de jogo. No entanto, com a falha defensiva, o Madureira aproveitou e se fechou com muita qualidade. Assim, um jogo que poderia se encaminhar para uma vitória, tornou-se um empate suado.

-O controle do jogo era 100% nosso, posse de bola, criação de oportunidades, a gente chegava com muita facilidade da última parte do campo, algumas construções interessantes com Kayque e Jonathan pelo lado, Marco Antônio com Marcinho e PV pelo lado esquerdo – analisou Chamusca, que completou.

– Aí, em uma falha coletiva, porque para acontecer o gol sempre acontece uma falha coletiva, o Madureira achou o gol que eles estavam buscando. Eles estavam buscando fazer um gol para poder segurar, jogar atrás da linha da bola, como eles fizeram no segundo tempo.

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